Multidão é a solidão do egoísmo

Multidão é a solidão do egoísmo

Apenas não parece fazer diferença.
Do mundo, não herdei crença nem dispensa.
Amor mundi jaz como fato nessa desgraça.
Não sou nada do que você pensa.

E confusos seguimos por espaços
Arquivados. Um vazio guardado
Para ser saboreado
Como ilusões adornadas em laços.

Eu que já de mim nunca soube,
Ando sem acasos para evitar
Escusos egoísmos d’um sopro vulgar.

As ruas clamam por uma verdade
Mas só exprimem
A solidão, que me acolhe com serenidade.

André Luiz Ramalho da Silveira

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