Para cada colapso, um mesmo tango II

Colapsos que nada mudam a matéria estabelecida pelas crenças.
E nada importa, a ninguém… o egoísmo pregresso regressa
Como figuração de um altruísmo externo, mero subterfúgio das sobrevivências.
Erradicar o mal da vontade é já vontade de ser o bem, apenas uma sinceridade inconfessa.

E tudo nos torna mais vazios… e erguemos altares para nós mesmos, e esquecemos de
Visitar nossa própria tumba, uma falta de respeito com nossa própria morte.
E segregamos nossos conceitos, separando os escombros de
Que nos alimentamos, para manter a sanidade longe da sorte.

De que adianta mudar e morrer se isso não for compartilhado,
E de que adianta o contrário disso… colapsos que não desabam
A existência, não são colapsos… apenas a pura má vontade de ser escravizado.

Não depende de podermos ou não voar, pois isso é só questão de vontade.
Intenção e conseqüência, consciência e responsabilidade… vão além de qualquer tomada de posição.
E é preciso estar pronto para morrer, assim como para mudar… pois no fim, talvez tudo não passe de vilanidade.

André Luiz Ramalho da Silveira

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