da febre compassiva.

Oi!?…Tudo bem? Com certeza. Não há nenhuma forma sem matéria.
Ao menos não há matéria sem forma. O sentido da causa?
Não, não há ruptura no eterno. Se o nada é condição ou lugar?
Talvez a desgraça seja individual. Sem graça o sentido da miséria?
Sem matéria o gosto da dissociação? Sem perdão o todo perdido da causa?
Será? Não sei…não há heróis vivos e nem vivos. De que adianta a memória num bendito estar?

As coisas sem forma e esses coloridos… não há mais graça na defesa.
Não há mais defesa nessa glória. Enfermidade é só o que há.
Não acredito no que sinto, mas sinto o que percebo e perscruto o que há.
O que há do que será do que foi, ou… o que não foi do que seria dessa alegria de sobremesa?
O martelo da destruição é poético, cético e enfermo instrumento à mão…
Enferma esgrima do que não há. As coisas acontecem e passam e se vão. Menos a mim, que tem a memória que sangra por nunca se ausentar.
Sangro na minha loucura que sangra no chão dessa perturbada consciência que nunca se esquece e até… lembra-se do que irá acontecer. Por que viver?!?! Há isso. Há, há dor.

André Luiz Ramalho da Silveira_______________-29/05/2007

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