o começo da dança.

Prelúdio a dança do Malkaviano

A roda que impele a formação de um novo caráter num espelho de retro-mundo.
E tudo que se faz uma vez se fará de novo quando o que sempre volta voltar.
Volta essa que não admite referência ao arrependimento, pois a vontade cria o mundo.
E a tragédia regozija-se com a desgraça, na graça de se negar quando se afirma na autenticidade de voltar.

Assim como a criação vestida de construção implica em destruição, na sempre interpretação sobre interpretação,
A nossa determinação para algo jaz velada. Mas, quando se ainda precisa de salvação,
Ainda se precisará de liberdade…e, isso, subjugado é à necessidade da auto-enganação.
Não…aquela roda ainda gira, é só sentir a mobilização. Não, é somente uma breve determinação.

Escapando por escapar, escapando-se a si mesmo de si mesmo, com a sujeira e pela sujeira que se é;
Na busca desenfreada pela fuga, na sagaz fuga da desfragmentação; no eterno vir a ser do que é.
Buscando e criando o princípio de identidade; destruindo e se perdendo pelo si mesmo.

Dessa forma jogado ao nada pela roda de formação, com o predicado único de ser jogado.
E assim como uma dança, que ou se dança ou se assiste, ao paralelo cômico de uma tragédia jogada ao esmo,
Em que se é determinado a sofrer dançando, mas também a assistir a até o fim do repúdio enclausurado.
____________________08/12/07

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