o que era um dia – o novo

O Novo
O novo… é somente um reflexo do que ainda não se havia percebido.
Até mesmo aquela oculta dor em um secreto eu, de uma culta segmentação que se acaba numa crença morta.
Morta sedimentação… das sempre risíveis possibilidades. Mas a sengrenta marcha da reptição,
Desperta a fé nos que a si mesmos querem, com a razão de quem está vencido.
E a convicção de quem pode estar iludido. O amor encerra-se e se esconde e escapa-me da visão.
Quebrando as possibilidades e delas parte nem fazendo. O novo… é repetição de erudição.
…….26/11/07

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1 comentário

  1. Que sejam “risíveis” as “possibilidades”, concordo. Mas não se descobre nada, não, Malkavian. Se inventa tudo. Descobrir e inventar é a mesma coisa. A diferença está no sujeito: quem inventa sabendo que inventa, está perdido. Quem inventa pensando que descobre, também está, mas pensa que não.

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