coisas…fechadas.

………..o salto do tempo no exoesqueleto
II – O descompasso

 O fluxo interminável de conseqüências inatingíveis esgota de cor o aparente
A cor da sombra da existência nossa demonstra-nos o vazio temporal na apatia de nossas veias.
Explode meu sangue, por entre pares. Dos lares que me perderam por ato inexistente.
Surgem ímpares inoculados pelas inatingíveis conseqüências no fulcro dessas sujas veias.

 Por esse som que se torna periódico pelas batidas sangrentas
Com essa posição caída que impõe-nos uma louvação a fraqueza.
Destruição é libertação, esquecimento pela criação… o amor é vendido em malotes.
Fale em mim, fale da dor; pura teoria. Dor teórica e falas sobre tristeza.

 Sinta a morte diária, com um coração congelado e a alma ardendo na loucura..
Loucura? Sinto a mais profunda carência de um reflexo de meu sorriso.
Seu amor? Você está longe de sentir qualquer coisa e descobrir que tudo tanto faz….loucura..

 O sorriso liberta, liberta a dor na alegria; na repudiada ausência, o sorriso
Ri-se de si mesmo. Da dor e da tragicomédia sem o menor sentido que se faz a existência.
O aparente só é aparente quando existe o não-aparente; mas não sou nada, só sou ausência.

 ________________________________________________19-26/04/2007

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