Da nulidade à inexistência.I

Que e querer

Que um nada não seja nada além de nada, sem esperança.
Que do nada não se espere nada, a não ser a inexistência.
Que o ato de tornar nulo não seja nada além do que a dominação.
Que a dominação pelo ato de tornar nulo não seja nada além do que tornar-se espírito em existência.
A existência é para o que ela é, o fracasso somente é o traje da vontade.
Querer é morrer e não querer morrer é não querer viver e não querer viver é não querer existir,
Não querer existir é deixar de ser e, isso, nada mais do que contradição.
Querer contradição é inerente ao querer, mas o querer na linguagem não suporta contradição.
Querer apatia é viver a existência no mais alto grau de dominação, descansando e sentindo o passado do que se conhece.

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