não poetas para não poesias poéticas

À parte, no destino privado

.Como se não fosse o que se é (sendo o ‘é’ como se é sendo) 27/09/2007

Ninguém sentirá… ninguém nem ao imaginar poderá desejar um tal querer;
Fatalismo de uma mente em combustão, como se a benção fosse a essência;
À parte de tudo, o destino trilha tudo ao perpétuo vir a ser, de tudo o que é,
Como se não fossem… mas, mesmo sendo, elas vêm a ser… é insuportável um tal ‘morrer’;
Tudo apresenta-se como se não fosse, de um modo que a má fé evidencia-se em essência,
É insuportável pensar… ainda que seja num novo amanhecer… sozinho, como se é;

Novamente… é só mais um novamente a suportar… como se já não bastasse…
Todos os ‘novamente’ a cada vez que se sente não agüentar mais… como se também,
Não se soubesse que sempre se supera tudo… Novamente um novo vir a ser presentifica-se,
Assim como a referência em mais um novo significar… driblando a angústia a cada enlace.
Como se não fosse possível querer mais um dia a se dizer amém…
Queimar a tudo… combustão existencial… não há nem culpa, nem a quem no lodo não encontra-se.

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2 comentários

  1. Ô guri! Finalmente, né!? Põe todas aquelas tuas expressões
    inexprimíveis por aqui! Vamos dialogar não-poesias! Pois a poesis ia..então, vamos!?

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