A vertigem do Sol I
O brilho ressoa na amplitude
Da negação silenciosa.
Em todo o brado de vicissitude,
Só ecoa a possibilidade vertiginosa.
A queda apenas revela a superfície
Como uma realidade perspectiva.
Não há mais como crer na estultice
De se ser um espelho em retrospectiva.
Não há mais como seguir o mundo
De Sujeitos e substantivos
De egos que substituem deuses por cérebros sem mundo.
Não se explica nem mesmo
A aderência da ausência
Em ignóbeis homens que se julgam ser sem precedência.
thainá disse,
julho 2, 2011 às 4:58 pm
além de tudo, rima