A vertigem do Sol I

junho 25, 2011 at 7:46 pm (As tríades - do tango à in.existência, Da ficção à desilusão, Do amor - do resíduo, Na alteridade do espelho-quebrado) (, , , , , , )

O brilho ressoa na amplitude
Da negação silenciosa.
Em todo o brado de vicissitude,
Só ecoa a possibilidade vertiginosa.

A queda apenas revela a superfície
Como uma realidade perspectiva.
Não há mais como crer na estultice
De se ser um espelho em retrospectiva.

Não há mais como seguir o mundo
De Sujeitos e substantivos
De egos que substituem deuses por cérebros sem mundo.

Não se explica nem mesmo
A aderência da ausência
Em ignóbeis homens que se julgam ser sem precedência.

1 Comentário

  1. thainá disse,

    além de tudo, rima

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