Alteridade do mesmo, abismo do outro
É só um esconder-se… o ver-se como póstumo jaz na alteridade.
Não àquela pertinente a outro, mas à própria relutante ao nada intempestivo.
Na promessa de um amor à hipocrisia de uma contingência rogada em personalidade.
O escondido ego deve ser merecido pela persona serene do corrosivo.
Oh impérios de luz, saboreando-se de indignas iluminuras.
Oh impérios populares, feitos de pessoas… asco ímpio é elogio à elegia.
Nesse humanismo prometido onde nem mesmo à terra prometida era posta em tais molduras.
Clamo-me à altura de minha felicidade ao fosso onde achei que regia.
Criaturas ausentes de alteridade me chamam, preciso dormir.
Mas o sono não deixa-me aquiescer à memória na qual o sorrir é propriedade.
A essência é menos mística do que o que se diz ser… pobres de egoidade.
Facínoras desprezíveis em seu atordoamento mnemônico…
Esfolar-lhes-ia como o fazem os homens de ação… mas à esses o mesmo faria.
Harmônico tudo parece ser ao exilado de alteridade, estúpido si renegado em eco…