não poetas para não poesias poéticas
Outubro 26, 2007 at 5:18 pm (Escritos metafísicos - ou quase isso)
À parte, no destino privado
.Como se não fosse o que se é (sendo o ‘é’ como se é sendo) 27/09/2007
Ninguém sentirá… ninguém nem ao imaginar poderá desejar um tal querer;
Fatalismo de uma mente em combustão, como se a benção fosse a essência;
À parte de tudo, o destino trilha tudo ao perpétuo vir a ser, de tudo o que é,
Como se não fossem… mas, mesmo sendo, elas vêm a ser… é insuportável um tal ‘morrer’;
Tudo apresenta-se como se não fosse, de um modo que a má fé evidencia-se em essência,
É insuportável pensar… ainda que seja num novo amanhecer… sozinho, como se é;
Novamente… é só mais um novamente a suportar… como se já não bastasse…
Todos os ‘novamente’ a cada vez que se sente não agüentar mais… como se também,
Não se soubesse que sempre se supera tudo… Novamente um novo vir a ser presentifica-se,
Assim como a referência em mais um novo significar… driblando a angústia a cada enlace.
Como se não fosse possível querer mais um dia a se dizer amém…
Queimar a tudo… combustão existencial… não há nem culpa, nem a quem no lodo não encontra-se.
Vítor disse,
Outubro 26, 2007 às 5:42 pm
Afe. Que perigo. =)
amnestesiac disse,
Outubro 27, 2007 às 3:01 pm
Ô guri! Finalmente, né!? Põe todas aquelas tuas expressões
inexprimíveis por aqui! Vamos dialogar não-poesias! Pois a poesis ia..então, vamos!?